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Rio Grande do Sul

Maximiliano de Almeida

Tudo sobre Maximiliano de Almeida, RS.

Localização de Maximiliano de Almeida

Dossiê da cidade

Esta página reúne os dados estruturados coletados para Maximiliano de Almeida, com prioridade para as informações oficiais do IBGE.

Nome oficial
Maximiliano de Almeida
UF
RS
Estado
Rio Grande do Sul
Região
Sul
Código IBGE
4312203
Código UF
43
Gentílico
almeidense
Capital
Não
DDD
54
Fuso horário
America/Sao_Paulo
Aniversário
15/03

Contexto histórico e administrativo

Histórico municipal

Situado entre os rios Ligeiro, Forquilha e Pelotas, na porção nordeste do Rio Grande do Sul, Maximiliano de Almeida é formado por extensas coxilhas onduladas entrecortadas de vales férteis. As origens da colonização da área que hoje ocupa o município remetem à Revo­lução de 1893: as picadas abertas pelos revolucionários que passaram por esta região serviram de trilha para os primeiros colonizadores. Inicialmente se estabeleceram aqui famílias de ori­gem portuguesa, que deixaram escasso registro histórico. A terra fértil, bem como a água e a madeira em abundância atrairiam também imigran­tes vindos de Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Flores da Cunha, São Leopoldo, Guaporé, Es­trela, Antônio Prado, Monte Negro, Sananduva e outras localidades, além daqueles provenien­tes diretamente da Europa, sobretudo da Itália. Paralelamente à agricultura e à exploração da madeira, desenvolveram o comércio local. Originalmente, a terra que é hoje dedicada ao campo e à lavoura cobria-se de florestas, das quais sobressaíam os aglomerados de pinhais. O centro da administração da vila-sede do Pinhal, como era então chamada a localidade, era a inspetoria de terras. Com a Revolução de 1923, os antigovernistas expulsaram o chefe da inspetoria, Pedrinho dos Santos. No dia 8 de maio de 1923, foi metralhado o escritório da comissão de terras, atingindo a esposa do subpre­feito. Estari­am então sendo demarcadas 60 colônias de terras, área quase toda reservada para criar-se uma cidade, em local escolhido estrategicamente para desenvolver a região. Com a expulsão da ins­petoria de terras, o escritório transferiu­-se para o prédio conheci­do como Castelinho, em Erechim. O crescimento da vila foi interrompido, e só retomado lentamente alguns anos depois. Em 1º de abril de 1927, pela Lei nº 222, foi elevada à categoria de 12º distrito de Lagoa Ver­melha, com o nome de Maximiliano de Almeida, em homenagem ao intendente do município e agrimensor que procedeu ao seu loteamento. Com a emancipação de Marcelino Ramos, em 1944, Maximiliano de Almeida tornou-se o 3º distrito do novo município. A localidade conti­nuou prosperando, e diante da notícia de que o distrito de Paim Filho tentava sua emancipação pela terceira vez – bem como do entendimento de que passaria a pertencer a esse município –, Maximiliano de Almeida constitui sua própria comissão emancipacionista. O “sim” à emancipação foi vitorioso no plebiscito, e em 27 de dezembro de 1961 o município foi criado pela Lei nº 4.266. No dia 11 de março de 1962, ocorreram as primeiras eleições municipais: a Luciano Ba­rancelli coube o cargo de prefeito e a João Chiocheta o de vice-prefeito.

Formação administrativa

Distrito criado com a denominação de Maximiliano de Almeida pelo Ato Municipal nº 226, de 1º/04/1927, subordinado ao município de Lagoa Vermelha. Pelo Decreto-Lei Estadual nº 720, de 29/12/1944, o distrito de Maximiliano de Almei­da é desmembrado de Lagoa Vermelha para constituir o novo município de Marcelino Ramos. Desmembrado de Marcelino Ramos e Machadinho, Maximiliano de Almeida é eleva­do à categoria de município pela Lei Estadual nº 4.266, de 27/12/1961. O município é instala­do em 15/03/1962, constituído do distrito-sede. Assim permanece em divisão territorial datada de 2020.

Fonte histórica: MAXIMILIANO DE ALMEIDA (RS). Prefeitura. 2017. Disponível em: http://maximilianodealmeida.rs.gov.br/site/historia-de-maximiliano-de-almeida/. Acesso em: 12 jul. 2017.

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